Quase três décadas após o trágico acidente aéreo que vitimou os integrantes do grupo Mamonas Assassinas, os corpos dos cinco músicos serão exumados. A decisão foi tomada em comum acordo pelos familiares e deverá ser cumprida ainda neste mês, conforme informações divulgadas pela imprensa nacional.
Segundo os parentes, a exumação faz parte de um novo encaminhamento familiar que prevê a cremação dos restos mortais. A proposta inclui uma homenagem simbólica: as cinzas deverão ser utilizadas no plantio de árvores em um espaço memorial, transformando o local em ponto de lembrança permanente da banda que marcou gerações.
O acidente ocorreu em 2 de março de 1996, quando a aeronave em que o grupo viajava caiu na Serra da Cantareira, em São Paulo. Na época, a morte precoce dos músicos comoveu o país e interrompeu uma carreira meteórica que misturava humor, irreverência e forte presença de palco.
Os Mamonas Assassinas haviam lançado apenas um álbum de estúdio, que ultrapassou milhões de cópias vendidas em poucos meses, consolidando-se como um dos maiores fenômenos da música brasileira nos anos 1990.
De acordo com informações divulgadas por veículos nacionais, a decisão de exumar os corpos não está relacionada à reabertura de investigação sobre o acidente, mas sim a uma escolha familiar voltada à preservação da memória do grupo de maneira simbólica e duradoura.
A iniciativa reacende a lembrança de um dos episódios mais marcantes da história recente da música no Brasil, mantendo viva a trajetória de uma banda que, mesmo com carreira breve, deixou legado cultural expressivo e permanece presente no imaginário popular.
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