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Unetri reúne professores, direção e agentes administrativos para capacitação

Encontros aconteceram nos dias 2 e 3 de fevereiro

Unetri reúne professores, direção e agentes administrativos para capacitação
Foto: Capacitação professores

A Unetri Faculdades realizou, nos dias 2 e 3 de fevereiro, encontros de capacitação, envolvendo professores, direção e agentes administrativos, tendo em vista o início das aulas, no dia 9 de fevereiro.

A capacitação foi dividida em duas etapas: a primeira noite, coordenada pelo Núcleo de Apoio Pedagógico – NAP e Núcleo de Apoio Docente – NAD; e pelo Núcleo de Apoio ao Estudante – NAE.

A temática trabalhada pela coordenadora do NAP e NAD, professora Elizandra Fiorin Soares, e pela coordenadora do NAE, psicóloga e professora Fabíola Ortega, teve por tema: “A Diversidade no Ensino Superior, e a Construção do Ser Docente”.

O objetivo foi trabalhar uma reflexão a partir da ‘minha’ diversidade, eu enquanto professor, quais são as minhas diversidades? Como eu me vejo? Como eu me apresento? Quais são os meus valores? Pensar isso a partir da sala de aula e da diversidade de gênero, de deficiência, de cultura que o professor tem na sala de aula.

Segundo a coordenadora do NAP e NAD, professora Elizandra Fiorin Soares, ao mesmo tempo, os próprios professores puderam pensar, metodologicamente, em diversos estudos de casos que são vivenciados dentro da sala de aula.

Na segunda noite, o diretor acadêmico, professor Jonas Grejianin Pagno, explanou sobre a história da constituição e a identidade da Unetri Faculdades, sua missão, visão e valores, e perspectiva metodológica.

“Retomar essa identidade é importante para que os professores pudessem perceber que os seus valores pessoais também estão em comum com os valores da UNITRI”.

Na segunda parte da noite, o coordenador do curso de Ciências Contábeis, professor Cleonir Luiz Welter, tratou sobre o plano de ensino, plano de aula, diários, organização das turmas, e a possibilidade de trabalhos interdisciplinares entre os professores.

“Os dois dias de capacitação foram ricos e produtivos, porque os nossos professores se constituem dentro de uma maturidade de pensar a sua prática pedagógica. Todo o processo foi de crescimento, melhoramento, reflexão, de olhar para as melhorias que precisamos fazer dentro do ensino superior”, afirmou a professora Elizandra.

A coordenadora do NAE, psicóloga e professora Fabíola Ortega, enfatizou que a intenção em promover um momento de reflexão, formação e construção de uma prática docente que dê conta de acolher a diversidade, foi com o objetivo de se dar conta em alcançar as singularidades e as características dos estudantes da instituição.

“Nós trabalhamos desde a construção histórica das políticas afirmativas, a redemocratização do país, como é que foram surgindo as lutas sociais pela construção das políticas públicas no ensino superior, as políticas que foram criadas a partir da legislação, e entramos um pouquinho nesse público das ações afirmativas, que são os estudantes egressos da escola pública, estudantes com renda inferior a um salário mínimo, a questão da raça, etnia e pessoas com deficiência”.

Fabiola destacou que nestes focos também foi tratada da questão que é uma particularidade, pela Unetri estar na fronteira, em município de fronteira, e tem alunos estrangeiros.

“Como olhar para esses estudantes dentro da cultura que eles têm e que eles trazem, poder compreender como é a construção desse sujeito que vive ou que vem de outro lugar, para poder acolher e promover uma prática docente que possa alcançar esses estudantes. Também tratamos sobre os estudantes com deficiência, e sobre a questão do recorte de gênero”.

“Refletimos como se constrói uma sociedade que não discrimine pelo gênero, que não discrimine pela raça. Promovemos um pouco dessas reflexões e finalizamos pensando algumas propostas específicas. Trouxemos alguns casos que a gente foi visualizando durante os anos anteriores, para os professores pensarem na perspectiva, e na tentativa de construir uma prática pedagógica docente no ensino superior, que dê conta de propor novas metodologias, de pensar o ser humano dentro da sua subjetividade, de ser uma prática acolhedora e crítica na formação de sujeitos para a sociedade, e que dê conta de formar bons profissionais para o mercado de trabalho”, concluiu Fabíola Ortega.

Luiz Carlos Gnoatto / Comunicação Unetri

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