Santa Catarina não registrou casos de Mpox em 2026, conforme informou a Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES). Mesmo sem confirmações até o momento, o Estado mantém vigilância epidemiológica ativa para identificar rapidamente possíveis ocorrências suspeitas ou importadas.
O monitoramento é coordenado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE), que acompanha de forma permanente o cenário epidemiológico e orienta os municípios quanto aos protocolos de notificação e atendimento.
A Mpox integra a Lista Nacional de Notificação Compulsória, o que significa que todo caso suspeito deve ser comunicado imediatamente às autoridades de saúde. A medida permite investigação ágil, rastreamento de contatos e adoção de estratégias para interromper possíveis cadeias de transmissão.
Segundo a SES, está em vigor um Plano de Contingência específico para a doença. A estratégia prevê monitoramento contínuo, suporte às unidades de saúde, capacitação técnica e acompanhamento de eventuais mudanças no perfil epidemiológico. O objetivo é garantir resposta rápida diante de qualquer suspeita, reduzindo riscos de disseminação.
Transmissão
A Mpox é transmitida principalmente por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou materiais contaminados, como roupas, toalhas e lençóis. Também pode ocorrer transmissão por contato físico prolongado entre pessoas e, com menor frequência, por gotículas respiratórias.
A transmissibilidade cessa quando todas as crostas das lesões desaparecem.
Sintomas
O período de incubação varia de cinco a 21 dias, com média entre seis e 13 dias. Os primeiros sintomas costumam incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, cansaço e aumento dos gânglios linfáticos.
Na sequência, surgem lesões cutâneas que geralmente começam no rosto e podem se espalhar para mãos, pés, genitais e mucosas.
Orientações
A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina reforça que, ao identificar lesões na pele ou mucosas associadas a sintomas como febre e mal-estar, a população deve procurar imediatamente uma unidade de saúde.
Entre as principais medidas preventivas estão evitar contato físico próximo com pessoas que apresentem lesões suspeitas, manter higiene frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel e cumprir isolamento em caso de suspeita ou confirmação da doença.
As autoridades também orientam que a população acompanhe boletins oficiais e busque informações apenas em canais confiáveis.
Governo de Santa Catarina
