Vídeos e anúncios falsificados com imagens e vozes de artistas, médicos e profissionais da saúde estão sendo usados para enganar consumidores e promover a venda de suplementos alimentares e produtos clandestinos. A manipulação feita por inteligência artificial tem criado conteúdos aparentemente confiáveis, mas que podem esconder golpes e riscos à saúde.
Segundo informou Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), criminosos utilizam a tecnologia para criar falsos depoimentos e até médicos virtuais, que divulgam supostas “curas milagrosas” e produtos sem comprovação científica nas redes sociais.
Especialistas orientam que, antes de adquirir qualquer produto ou seguir uma recomendação, o consumidor deve verificar as credenciais do profissional citado, como nome e número de registro, diretamente nos sites dos conselhos profissionais da área.
Medicamentos e produtos de saúde não devem ser comprados por meio de redes sociais, sites desconhecidos, vendedores ambulantes, carros de som ou pessoas sem procedência. No Brasil, a comercialização deve ocorrer apenas em estabelecimentos regularizados pela Vigilância Sanitária ou em canais oficiais autorizados.
Além da propaganda enganosa, o consumidor pode estar diante de produtos clandestinos ou falsificados. Substâncias que não passaram pela avaliação da Anvisa podem apresentar riscos graves, já que não há garantia de segurança, qualidade ou eficácia.
Segundo o a Anvisa também é preciso atenção com produtos anunciados como “químicos experimentais” ou destinados a “fins de pesquisa”. Essas classificações, muitas vezes, são utilizadas como tentativa de burlar regras e induzir o consumidor ao erro. A recomendação é sempre buscar informações confiáveis antes de utilizar qualquer suplemento ou substância.
Portal Tri com Oeste Mais
