A Seleção Brasileira entra em campo neste domingo (5) para enfrentar a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Além da vaga nas quartas de final, o confronto representa a chance de encerrar um longo jejum diante de seleções europeias em jogos eliminatórios.
Desde a conquista do pentacampeonato, em 2002, o Brasil não consegue superar um adversário europeu em fases de mata-mata da Copa do Mundo. A última vitória foi justamente na final daquele Mundial, quando derrotou a Alemanha por 2 a 0 e conquistou o quinto título.
Antes da partida, o atacante Matheus Cunha afirmou que o elenco não se prende ao retrospecto, mas reconheceu que as eliminações recentes ainda servem de motivação para mudar essa história.
Segundo o camisa 9, as conversas entre os jogadores estão mais voltadas para evitar repetir os erros que custaram as últimas campanhas do que propriamente para enfrentar uma seleção europeia.
Nas últimas cinco edições da Copa do Mundo, o Brasil foi eliminado por equipes da Europa. Em 2006, caiu diante da França nas quartas de final. Em 2010, foi derrotado pela Holanda, também nas quartas. Em 2014, sofreu a histórica derrota por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal. Em 2018, perdeu para a Bélgica nas quartas de final. Já em 2022, foi eliminado pela Croácia nos pênaltis, após sofrer o empate na prorrogação.
O duelo deste domingo também traz outro desafio para a Seleção. O Brasil nunca venceu a Noruega em confrontos oficiais, o que aumenta a expectativa para a partida.
Caso avance às quartas de final, a equipe comandada por Carlo Ancelotti encerrará um tabu que já dura 24 anos e dará mais um passo em busca do sonhado hexacampeonato mundial.
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