A febre do Nilo Ocidental é uma infecção viral transmitida principalmente pela picada de pernilongos do gênero Culex. Entre os sintomas mais comuns estão febre, mal-estar, falta de apetite, náuseas, vômitos, dor de cabeça, dores musculares, dor nos olhos e manchas na pele.
A maioria das pessoas infectadas não apresenta sintomas. Estima-se que cerca de 20% desenvolvam manifestações clínicas, geralmente leves.
Em uma parcela menor dos casos, a doença pode evoluir para formas graves, como encefalite ou meningite. Nesses casos, podem surgir confusão mental, alteração do nível de consciência, tremores e convulsões. Esses sinais exigem atendimento médico imediato.
Tratamento
Não existe, até o momento, vacina ou medicamento antiviral específico contra o vírus do Nilo Ocidental em humanos.
Nos casos leves, o tratamento é voltado para o controle dos sintomas, com repouso, hidratação e medicamentos prescritos por um profissional de saúde.
Já os casos graves podem exigir internação hospitalar, inclusive em Unidade de Terapia Intensiva, com suporte respiratório, hidratação intravenosa e outros cuidados necessários.
Diagnóstico
O diagnóstico é feito a partir da avaliação dos sintomas e de exames laboratoriais específicos. Também são consideradas informações sobre possíveis locais de exposição ao mosquito transmissor.
Como prevenir
A principal forma de prevenção é evitar a proliferação e a picada dos pernilongos.
Entre as medidas recomendadas estão:
- Usar repelente;
- Instalar telas em portas e janelas;
- Usar roupas que protejam braços e pernas;
- Eliminar recipientes que acumulem água parada;
- Manter caixas-d'água e outros reservatórios devidamente fechados.
O acompanhamento das autoridades de saúde é importante especialmente em áreas onde há circulação do vírus ou registro de casos.
