Santa Catarina iniciou 2026 mantendo a liderança nacional com a menor taxa de desemprego do Brasil pelo quinto trimestre consecutivo.
De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta quinta-feira (14), o estado registrou taxa de desocupação de 2,7% no primeiro trimestre deste ano, bem abaixo da média nacional, que ficou em 6,1%.
O desempenho reforça o cenário de aquecimento do mercado de trabalho catarinense.
Além da menor taxa de desemprego, Santa Catarina também liderou o ranking nacional com o menor índice de informalidade do país, registrando 25,4%, enquanto a média brasileira foi de 37,3%.
O estado também apresentou o menor percentual de desalentados do Brasil, com índice de apenas 0,3%, indicador que mede o número de pessoas que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego.
Segundo o governador Jorginho Mello, os resultados refletem o fortalecimento da economia catarinense.
Já o secretário de Estado do Planejamento, Arão Josino, destacou que Santa Catarina ultrapassou a marca de 4,5 milhões de trabalhadores ocupados.
O levantamento também aponta que o rendimento médio mensal dos trabalhadores catarinenses chegou a R$ 4.289, valor 15,2% superior à média nacional, que ficou em R$ 3.722.
Com isso, Santa Catarina ocupa a quarta posição no ranking nacional dos maiores rendimentos médios do trabalho.
Outro destaque está na distribuição de renda.
Pelo segundo ano consecutivo, o estado apresentou o melhor índice de distribuição de renda entre os trabalhadores ocupados do país, conforme o Índice de Gini.
Na comparação com o mesmo período de 2025, setores como agricultura, indústria, construção civil e atividades ligadas à informação e comunicação apresentaram crescimento expressivo na geração de ocupação.
SECOM
