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MPSC apresenta parecer pelo arquivamento total do Caso Orelha

A investigação da Polícia Civil apontou que o cão foi vítima de agressão, e chegou a indiciar um adolescente por suposta participação na morte. No aprofundamento da investigação, no entanto, o MP não encontrou provas que justificassem que o caso fosse adiante

MPSC apresenta parecer pelo arquivamento total do Caso Orelha
Foto: Redes sociais

O Ministério Público de Santa Catarina protocolou um pedido de arquivamento das investigações relacionadas à morte do cão Orelha na Praia Brava, área turística de Florianópolis, ocorrida em 4 de janeiro deste ano, por falta de provas.

O relatório de 170 páginas encaminhado à juíza Vanessa Bonetti Haupenthal, da Vara da Infância, foi protocolado na última sexta-feira, 8.

Em 9 de abril, três meses após a morte, o MPSC havia solicitado novas diligências à Polícia Civil, mesmo após a conclusão do inquérito, apontando lacunas e inconsistências no material reunido.

As medidas apontavam a necessidade de aprofundar provas e possivelmente refazer análises para esclarecer contradições identificadas ao longo do inquérito.

Novas diligências foram encaminhadas pela polícia ao Ministério Público, que analisou as informações produziu o relatório encaminhado ao Judiciário. Agora, cabe à juíza decidir se o caso será arquivado.

O g1 buscou o Tribunal de Justiça de Santa Catarina, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem.

A investigação da Polícia Civil apontou que o cão foi vítima de agressão, e chegou a indiciar um adolescente por suposta participação na morte. No aprofundamento da investigação, no entanto, o MP não encontrou provas que justificassem que o caso fosse adiante.

O corpo do cão chegou a ser exumado para produção de novo laudo sobre morte, mas o laudo pericial feito pela Polícia Científica não identificou a causa do óbtio do animal comunitário.

O documento descartou qualquer fratura no esqueleto do animal, mas citou que a conclusão "não deve ser interpretada como ausência de trauma cranioencefálico ou mesmo em outras partes do corpo".

À época das investigações, a Polícia Civil reiterou que não tinha imagens que mostrem as agressões sofridas pelo cão

MPSC | G1

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