Como é habitual em cada temporada de verão, o movimento fronteiriço se intensifica em Bernardo de Irigoyen, ponto mais oriental do país, divisa com a cidade brasileira de Dionísio Cerqueira, no estado de Santa Catarina, e uma das passagens terrestres mais utilizadas pelos turistas argentinos. optar por passar férias nas praias brasileiras geram grande movimento e longas filas de veículos.
Mas nesta temporada o movimento turístico mais intenso em direção ao território brasileiro começou a ser notado depois do Natal, de 26 a 30 de dezembro foram observadas longas filas de veículos para entrar no Brasil, já no dia 31 de dezembro e neste primeiro dia de 2025 Há muito pouco movimento no centro fronteiriço da cidade mais oriental do país.
A abertura do Paso Rosales nesta nova temporada ajudará a evitar tantos congestionamentos, mas também é preciso levar em conta que Rosales funciona das 7h às 19h e o centro fronteiriço de Irigoyen funciona 24 horas por dia.
Estima-se que o grande movimento turístico na fronteira seca ocorrerá ao longo de janeiro, pois segundo investigações deste meio, durante esses dias as consultas sobre o valor do real aumentaram muito, "algo que em anos anteriores, embora tenham sido realizadas operações de câmbio interessantes na área, não houve muita especulação ou interesse”, disseram alguns cambistas consultados.
Além disso, um empresário hoteleiro de Bernardo de Irigoyen afirmou que recebe diariamente consultas de argentinos de outras partes do país que vão de férias ao Brasil, mas pernoitam em Irigoyen. “Estamos recebendo diariamente consultas sobre custos de hospedagem para janeiro e fevereiro; aliás, para os dias de mudança de temporada foram feitas reservas com as quais cobriremos mais de 40% em janeiro e mais de 30% em fevereiro de a capacidade do hotel e refira-se que muitos dos que já estão a reservar já ficaram em temporadas anteriores, por isso preparámos as instalações e melhorámos os serviços que oferecemos, esperando uma boa temporada desde hoje, pensando nas férias, em as praias do Brasil são mais econômicas que as da Argentina", ele explicou.
Por Fabián Acosta / Crónicas del Norte