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Governo diz que apreensões de armas de fogo ilegais cresceram 28% em 2023 em relação a 2022

Número de objetos apreendidos pelos órgãos de segurança pública no ano passado foi de 10.935, contra 8.466 em 2022

Governo diz que apreensões de armas de fogo ilegais cresceram 28% em 2023 em relação a 2022
Foto: Armas de fogo apreendidas pela Polícia Federal (POLÍCIA FEDERAL)

O número de apreensões de arma de fogo ilegal cresceu 28% em 2023, primeiro ano do mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, em relação a 2022. Em todo o país, 10.935 objetos foram apreendidos pelos órgãos de segurança pública no ano passado, contra 8.466 no último ano da gestão de Jair Bolsonaro. Em 2024, o governo diz que 2.405 armas já foram retidas. As apreensões foram feitas pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria Nacional de Segurança Pública.

O Rio de Janeiro foi o estado com mais armas apreendidas em 2023, com 2.220. Na sequência, apareceram Paraná (1.177), Amazonas (726) e Rio Grande do Sul (710).

De acordo com o diretor de operações integradas e de inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública, Rodney Silva, os números decorrem do aumento da fiscalização e das ações operacionais dos órgãos de segurança.
“O foco tem sido a prevenção das ocorrências de crimes mais graves, como mortes violentas intencionais, crimes passionais e o crime organizado”, afirma.

Nova política armamentista

Em julho do ano passado, Lula instituiu uma nova regra restringindo o acesso a armas e munição. A medida diminuiu a permissão como defesa pessoal para civis. Antes, eram permitidas, por ano, até quatro armas e até 200 munições para cada uma, e o proprietário não precisava comprovar a necessidade.

Com a nova norma, os cidadãos passaram a ter de comprovar que precisam de acesso a armas para segurança própria. O limite, por ano, passou a ser de até duas unidades e 50 munições por arma.

O decreto também mudou as competências referentes às atividades de caráter civil que envolvem armas, que passaram à alçada da Polícia Federal. Na regra anterior, o Exército era responsável por liberar e fiscalizar os registros para caça, tiro desportivo, colecionamento desportivo, colecionadores e entidades de tiro esportivo.

Os CACs poderão ter seis armas e até 500 munições para cada uma. Na regra antiga, os CACs poderiam ter até 30 armas, sendo 15 de uso restrito. O número de munições também diminuiu, de até 5.000 para 500 por ano. A nova regra também proibiu que clubes de tiro funcionem 24 horas. Os estabelecimentos passaram a abrir das 6h às 22h.

R7

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