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A principal diferença dos novos equipamentos para os radares comuns é a possibilidade de fotografar o veículo e medir a velocidade ao mesmo tempo. De acordo com o comandante da sétima companhia de Polícia Militar Rodoviária Estadual, Major Juarez Segalin, o aparelho verifica a velocidade, fotografa e envia os dados via internet para o banco de dados em Florianópolis.
De lá, é gerado um arquivo e, se houver infração, a notificação vai direto para o cadastro do veículo. Tudo é preenchido automaticamente.
O radar portátil opera com precisão em qualquer condição climática e, além disso, pode capturar as imagens de até três veículos por segundo. O aparelho captura o veículo até 620 metros de distância, a uma velocidade máxima de 322 km/h. Além de registrar a imagem de um mesmo veículo de frente e de trás, não pode ser identificado por detectores de radar e laser.
Os aparelhos que custam ao Estado 60 mil reais cada, tem uma câmera e um computador de mão acoplado. Os equipamentos já são utilizados nas principais rodovias de Santa Catarina. Na região os radares devem chegar no mês que vem.
Conforme Segalin, o radar vai ser utilizado nas vias estaduais, nos locais de maior risco, onde são registrados os maiores números de acidentes, com lesões e mortes. Ele destaca que o objetivo dos equipamentos é evitar acidentes.
Vale lembrar que, caso o veículo seja flagrado com cinqüenta por cento acima da velocidade permitida, o condutor perde a sua Carteira Nacional de Habilitação e vai precisar fazer uma reciclagem, para poder recuperar o direito de dirigir. Além disso vai ser multado em R$ 574.
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